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Correntes
de livros |
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Acorrentado,
de forma irrecusável, pelo desafio da Maria
(http://www.putadevida.weblog.com.pt/)
e pela diplomacia de Nel (http://www.falapoetica.blogger.com.br/),
com inícios um pouco díspares mas já entroncados, que a seguir se
transcrevem: "É
iniciada aqui uma cadeia de literatura pela blogosfera portuguesa, vou
chamar-lhe o ex-libris da tugosfera. A iniciativa foi do barrie do the
pink bee, que fez o primeiro post a 7 de março, e foi-me passada pelo
guy do non tibi spiro
para lhe dar "o sabor do sul da europa". “Meu amigo Manoel Carlos, de Agreste,
me indicou para responder a uma entrevista sobre Literatura da Língua
Portuguesa”. Usando de algum subterfúgio, eis as minhas respostas: Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro
quererias ser? Talvez “O Livro de Cesário Verde”. Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por um
personagem de ficção? Qual foi o último livro que compraste? Suponho que “O Regresso do Soldado”, de Charles
Frazier. Uma frase: “Quando
lia livros mais notáveis, os destinos crués das heroínas condenadas
serviam apenas para adensar a sua tristeza”. Qual o último livro que leste? Sem subterfúgios, “da loucura dos homens”, de
Rodrigo de Faria e Silva. Uma frase: “O tímido é antes de tudo um ávido,
inepto”. Que livros estás a ler? “Sexus” (Henry Miller), “Mãe Apodrecida” (Malaparte)
e muitos outros. Que livros (5) levarias para uma ilha deserta? Hipótese absurda, só na altura saberia, mas direi: - “Finisterra”, de Carlos de Oliveira; - “Os Quatro Quartetos”, de Eliot; - “No Caminho de Guermantes”, de Proust; - “O Retrato de Dorian Gray”, de Wilde; - Um livro ainda por ler, com muitas centenas de páginas. À
Mariza (http://www.marizalourenco.blogspot.com/),
na esperança de que brote uma corrente literária de ternura; Ao
Ilídio (http://www.confissoesdeumviajante.blogspot.com/), um dos grandes
escritores contra-corrente; À
Lol (http://www.aseivadosolidadgo.blogs.sapo.pt/), para que tripudie disto
tudo. |
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